SUV Chery eQ5 elétrico com 500 km de autonomia pode vir ao Brasil
31 ago

SUV Chery eQ5 elétrico com 500 km de autonomia pode vir ao Brasil

A Chery está tentando atingir o maior número de segmentos e faixas de preços de produtos possíveis no Brasil. Agora chegou a vez do “futuro do presente” com um SUV elétrico, o Chery eQ5. O modelo não foi formalmente apresentado ainda, mas começará a ser vendido na China até o final deste ano.

Batizado de “projeto S61” internamente na empresa, o Chery eQ5 é o primeiro SUV elétrico da companhia. Ele estará ao lado do Arrizo 5e, que também tem propulsão elétrica. Diferentemente do sedã, o SUV tem visual próprio e é baseado em uma nova plataforma desenvolvida para carros elétricos apenas. No início do ano vazaram dados de dimensões que diziam que o modelo teria 4,63 metros de comprimento, 1,91 m de altura, 1,65 m de largura e 2,80 de entre-eixos.

Ainda não foi confirmado o trem de força que será utilizado no eQ5, porém a expectativa é que ele tenha duas opções: um com motor elétrico de até 163 cv e outro de 177 cv. A bateria será de íons de lítio, mas a capacidade não foi divulgada. O estimado é que o Chery eQ5 entregue cerca de 500 km de autonomia no ciclo europeu WLTP.

O novo SUV elétrico terá uma série de tecnologias ou inéditas ou que poucos modelos oferecem ao redor do mundo. Entre eles há reconhecimento de voz com inteligência artificial e reconhecimento facial, assistência ao condutor e conexão de internet 5G. O modelo pode trazer ainda sistema de ar-condicionado com purificador de ar.

Caoa Chery tem a intenção de abocanhar mercado de elétricos no Brasil

Caoa Chery subsidiária no Brasil da marca chinesa já deixou claro que tem planos para os carros elétricos no Brasil. No Salão do Automóvel de 2018, a empresa trouxe para o estande vários veículos elétricos. A época, para mostrar a tecnologia que a empresa dispunha. Estavam no salão o eQ (QQ elétrico), o Tiggo 2e (Tiggo 2 elétrico) e o Arrizo 5e. Esse último foi o único que já chegou ao País na versão elétrica.

Mas questionado na época, o CEO da empresa Márcio Afonso, disse que se houver demanda por elétricos, a montagem no Brasil dos modelos elétricos pode ocorrer rapidamente. Ele também ponderou que o maior problema era se o País teria a infraestrutura necessária para garantir a recarga dos veículos.

 

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